terça-feira, 22 de setembro de 2026

DEPUTADO ESTADUAL KLEBER RODRIGUES DESTACA LEIS QUE AMPLIARAM DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO RIO GRANDE DO NORTE

No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, Kleber destaca leis que ampliam direitos no RN

Celebrado neste 21 de setembro, o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência chama a atenção para a garantia de direitos, a acessibilidade e o enfrentamento das barreiras que ainda limitam a participação plena de milhões de brasileiros na sociedade.

Na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, o deputado Kleber Rodrigues tem concentrado parte de sua atuação na construção de políticas públicas para pessoas com deficiência, especialmente pessoas autistas, e suas famílias. Presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas com Deficiência, o parlamentar afirma que a inclusão deixou de ser apenas uma bandeira do mandato e se tornou um propósito de vida.

“As pessoas às vezes me perguntam: por que defender tanto a inclusão? Porque não consigo aceitar que alguém tenha o direito de estudar, trabalhar, praticar esporte ou se comunicar limitado pela falta de acessibilidade e de políticas públicas. Inclusão não pode ser um favor nem um discurso para uma data específica. É um direito e, para mim, tornou-se um propósito de vida”, afirma Kleber.

Entre as iniciativas mais recentes estão leis que asseguram a participação de pessoas com Transtorno do Espectro Autista em atividades esportivas; dispensam estudantes autistas do uso obrigatório de uniforme escolar quando houver dificuldade de adaptação; permitem a realização de terapias no contraturno escolar; e determinam a adoção da Comunicação Aumentativa e Alternativa em órgãos públicos.

Também integram esse conjunto de medidas a criação da pulseira lilás para identificação de deficiências ocultas e a proibição da exigência de biometria para pessoas com autismo e síndrome de Down quando houver impedimento ou dificuldade para realizar o procedimento.

Outras leis de autoria de Kleber garantem prazo de validade indeterminado para laudos que atestem o autismo, regulamentam a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA) e instituem a Sala Sensorial para acolhimento de pessoas com alterações no processamento sensorial.

Na área da educação, a atuação inclui normas voltadas ao acompanhamento de estudantes com dislexia e TDAH, à oferta de alimentação diferenciada para alunos com restrições alimentares e à presença de profissionais de psicologia nas escolas.

Para Kleber, o avanço da legislação precisa estar acompanhado de fiscalização, orçamento e execução efetiva das políticas públicas.

“A lei é um passo importante, mas ela precisa sair do papel e chegar à vida das pessoas. O verdadeiro resultado aparece quando uma família encontra atendimento, quando uma criança é acolhida na escola e quando uma pessoa com deficiência consegue ocupar os espaços com autonomia, respeito e dignidade”, conclui.

Blog 30zero7



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