terça-feira, 25 de agosto de 2026

SECRETÁRIO DE SAÚDE DO RIO GRANDE DO NORTE INFORMA QUE FALTAS SÃO SUPRIDAS POR PERMUTAS ENTRE UNIDADES DE SAÚDE

Sesap esclarece relatório sobre falta de medicamentos no Hospital Walfredo Gurgel

Secretaria afirma que levantamento interno tem caráter preventivo e que permutas e remanejamentos entre hospitais são usados para manter o atendimento

O secretário de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte, Alexandre Motta, visitou neste domingo (23) o Centro de Abastecimento Farmacêutico (CAF) do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, para apresentar esclarecimentos sobre o estoque de medicamentos e insumos da unidade. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap-RN), os relatórios que apontam itens em falta fazem parte do monitoramento rotineiro do abastecimento da rede.

O secretário esteve acompanhado do coordenador do setor de farmácia do hospital, Thiago Alessandro Bezerra de Sá. A manifestação ocorreu após a divulgação, pela imprensa, de um memorando da Divisão de Farmácia do Walfredo Gurgel que apontava a ausência de 189 itens, o equivalente a 25% do catálogo de insumos da unidade.

O documento classificava a situação como de “extrema gravidade” e mencionava a falta de materiais como luvas e seringas, além de medicamentos como noradrenalina, morfina e antibióticos.

Segundo a Sesap, entretanto, os relatórios internos têm como uma das principais funções comunicar à gestão os níveis críticos de estoque para acelerar processos administrativos relacionados à compra e à reposição dos produtos.

Hospital monitora níveis de estoque

De acordo com Thiago Sá, o acompanhamento dos itens faz parte da rotina do hospital e serve para identificar produtos que precisam de reposição e acompanhar os processos de aquisição.

“Essa é uma rotina do nosso hospital. Inclusive, a direção exige esse monitoramento para que possamos reportar as faltas de itens críticos e o andamento dos processos internos”, disse.

O coordenador também afirmou que o Walfredo Gurgel já registrou períodos com percentual maior de itens em falta. Segundo ele, em momentos anteriores, o índice chegou a 36% do estoque da farmácia central de insumos.

Fonte: O Poti News



Nenhum comentário: