Sal do RN volta a pintar como nova alternativa de muito lucro
O Morgan Stanley apontou o sal do Rio Grande do Norte como “o novo petróleo” em um relatório global. O banco estima um ciclo de investimentos de até US$ 800 bilhões até 2035, impulsionado pela ascensão das baterias de sódio na transição energética mundial. Essa inovação tecnológica deve redefinir o mercado de energia, transporte e commodities.
Diante dessa janela histórica, o Rio Grande do Norte larga na frente por reunir duas vantagens competitivas raras: detém a liderança absoluta na produção de sal marinho (95% do volume nacional) e possui uma matriz elétrica limpa, um ativo crucial para investidores focados em exigências socioambientais rígidas.
Para aproveitar esse cenário e deixar de ser apenas um exportador de matéria-prima, o estado precisará focar no processamento do sal, na química industrial, em logística especializada e na atração de fabricantes, integrando a cadeia produtiva a universidades e centros de inovação.
Fonte: Território Livre

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