sexta-feira, 6 de março de 2026

OPERAÇÃO DE CINEMA: VEJAM COMO ISRAEL PLANEJOU ARQUITETOU E EXECUTOU O PLANO QUE CULMINOU NA MORTE DO LÍDER SUPREMO DO IRÃ ALI KHAMENEI

A armadilha de Israel: Como Ali Khamenei foi atraído e eliminado por um míssil espacial

Uma operação militar conduzida por Israel teria utilizado uma estratégia de engano para surpreender a liderança iraniana antes do ataque que resultou na morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, segundo informações divulgadas pelas Forças de Defesa de Israel (IDF).

De acordo com o relato militar, generais israelenses teriam deixado o quartel-general em Tel Aviv de forma visível horas antes da ofensiva, simulando que iriam para celebrações de Shabat com suas famílias. A movimentação teria sido parte de um plano para transmitir a impressão de que o comando militar estava encerrando as atividades para o fim de semana.

“O Exército deliberadamente deu a impressão de que estava encerrando as operações para o fim de semana. Divulgamos fotos e informações sugerindo que militares e a alta liderança estavam indo para casa para o jantar de Shabat”, afirmou a IDF.

Segundo os militares, os oficiais retornaram discretamente ao quartel-general mais tarde, muitos deles disfarçados, para coordenar a ofensiva sem levantar suspeitas.

Na manhã de sábado, caças israelenses — incluindo aeronaves F-15 — decolaram por volta das 7h30 no horário do Irã e, cerca de duas horas depois, posicionaram-se para o ataque.

Às 9h40, cerca de 30 mísseis foram lançados contra o complexo onde Khamenei participava de uma reunião com autoridades iranianas no centro de Teerã.

Entre as armas utilizadas estavam os mísseis Blue Sparrow, desenvolvidos em Israel. O armamento pesa cerca de 1,9 tonelada, possui alcance de aproximadamente 2.000 quilômetros e pode atingir o limite da atmosfera antes de retornar em alta velocidade ao alvo, o que dificulta a interceptação por sistemas de defesa.

Originalmente criados para testes de sistemas antimísseis, os Blue Sparrow foram posteriormente adaptados para uso em ataques ar-terra devido à sua velocidade e trajetória.

Interferência em comunicações

Durante a operação, militares israelenses também teriam interferido em torres de telefonia próximas à rua Pasteur, onde fica o complexo do líder iraniano. A ação teria deixado linhas ocupadas e dificultado eventuais alertas à equipe de segurança de Khamenei.

A ofensiva atingiu parte do prédio onde ocorria a reunião. Segundo os relatos, autoridades iranianas de alto escalão estavam em outro setor do edifício.

Entre os mortos no ataque estariam o almirante Ali Shamkhani, o comandante da Guarda Revolucionária Mohammad Pakpour, além de familiares do líder iraniano e outras autoridades do regime.

Campanha de inteligência

Fontes de inteligência citadas pela imprensa internacional afirmam que a operação foi resultado de anos de coleta de informações sobre a segurança e a rotina da liderança iraniana.

Segundo esses relatos, agentes israelenses teriam obtido acesso a grande parte das câmeras de vigilância de Teerã, utilizadas pelo próprio governo iraniano para monitorar opositores e a população.

As imagens teriam sido transmitidas para centros de análise em Israel, permitindo rastrear os deslocamentos de seguranças e identificar padrões de proteção do líder iraniano.

“Conhecíamos Teerã como conhecemos Jerusalém”, disse um oficial de inteligência israelense ao Financial Times. “Quando você conhece um lugar como a rua em que cresceu, percebe qualquer detalhe fora do lugar.”

A investigação também teria contado com uma fonte humana ligada à CIA, além de ferramentas de inteligência artificial usadas para analisar grandes volumes de dados sobre deslocamentos da liderança iraniana.

Fonte: CBN News



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