segunda-feira, 2 de março de 2026

O 'MENINO DEPUTADO' NIKOLAS FERREIRA ESTÁ COM A LÍNGUA AFIADA E CHAMA LULA DE "BANDIDO" E QUER ALEXANDRE DE MORAES NA CADEIA

Nikolas chama Lula de “bandido” e diz que destino de Moraes é a cadeia

Durante manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (1º/3), o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) discursou pela primeira vez desde a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e ignorou a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O foco foram críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Do trio elétrico, Nikolas chamou Lula de “bandido” e puxou coro contra o presidente. Também defendeu a derrubada do veto ao PL da Dosimetria, que reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

O deputado atacou ministros do STF, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, afirmando que, se um for afastado, “cai todo mundo”. Disse ainda que o “destino” de Moraes seria a prisão. O tom das críticas ao Supremo, porém, não foi consenso entre organizadores.

O ato reuniu ainda o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, além de parlamentares como Guilherme Derrite, Sóstenes Cavalcante, Paulo Bilynskyj, Mário Frias, Rosana Valle, Bia Kicis e Marcos Pollon.

Pré-candidato ao Senado, Derrite comemorou a inclusão, no PL Antifacção, da proibição de voto para presos provisórios. Já Mário Frias afirmou ser “radicalmente cristão”, e Rosana Valle elogiou Michelle Bolsonaro. Na sexta (27/2), Valdemar declarou que a escolha do candidato ao Senado em São Paulo caberá a Jair Bolsonaro e a Eduardo Bolsonaro.

Os governadores Ronaldo Caiado (PSD-GO) e Romeu Zema (Novo-MG) também discursaram. Caiado prometeu anistia a Bolsonaro e aos condenados pelos atos de 2022 caso chegue à Presidência. Zema criticou ministros do STF e defendeu o fim do que chamou de “farra dos intocáveis”.

Por vídeo, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos e é réu no STF por coação, defendeu a candidatura do irmão Flávio à Presidência.

Fonte: Metrópoles



Nenhum comentário: