terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

PESQUISADORA E O FÁRMACO POLILAMININA AINDA PERCORRERÃO UM LONGO CAMINHO PARA CHEGAR AO GRANDE PÚBLICO

Entenda proteção por patente e o que falta para Polilaminina virar remédio

Substância que promete regeneração medular ainda está em fase de pesquisa e precisa cumprir exigências regulatórias

Polilaminina é o nome de uma substância que, associada à sua pesquisadora, a cientista brasileira Tatiana Sampaio, tornou-se um "fenômeno midiático".

O composto passou a ser apontado como promessa no tratamento de lesões medulares agudas.

Após relatos de recuperação de pacientes que utilizaram o fármaco, multiplicaram-se manifestações que destacaram a pesquisadora, que investiga o tema há cerca de 20 anos, como símbolo de orgulho para a ciência nacional.

Da pesquisa ao remédio

Conforme divulgado pela imprensa, os dados obtidos pela equipe da pesquisadora indicam que a polilaminina ainda se encontra em fase inicial de investigação.

Em 2025, foram apresentados resultados preliminares de estudo experimental com oito pacientes com lesão medular aguda.

Os dados apontaram diferentes níveis de evolução clínica: alguns participantes tiveram melhora discreta, enquanto outros registraram recuperação motora mais expressiva.

O caso que ganhou maior repercussão foi o de Bruno Drummond de Freitas, primeiro paciente a receber a substância após acidente automobilístico, em 2018, que resultou em fratura cervical e tetraplegia.

Com o tratamento, Bruno recuperou boa parte dos movimentos. Em seu perfil no Instagram, ele costuma divulgar a evolução da recuperação. 

Fonte: www.migalhas.com.br



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