Quanto ganham os presidentes pelo mundo: salários vão de US$ 1,8 mil a mais de US$ 140 mil por mês
Diferença na remuneração de chefes de Estado expõe modelos econômicos, prioridades políticas e contrastes entre países
Os salários pagos a presidentes e primeiros-ministros ao redor do mundo apresentam variações amplas e ajudam a entender como cada país define a valorização de seus governantes. Os valores mensais vão de menos de US$ 2 mil a mais de US$ 140 mil, mesmo entre nações com economias robustas, revelando escolhas políticas, modelos de gestão pública e contextos culturais distintos.
No topo da lista está Lawrence Wong, primeiro-ministro de Singapura, com remuneração mensal de aproximadamente US$ 141.600. O valor reflete a política adotada pelo país, que equipara salários do setor público aos do mercado privado como forma de atrair gestores qualificados. Em seguida aparece Anthony Albanese, da Austrália, com cerca de US$ 51.800 por mês. O presidente da França, Emmanuel Macron, recebe aproximadamente US$ 18.746 mensais, enquanto Vladimir Putin, presidente da Rússia, tem salário em torno de US$ 11.600.
Na América Latina, os valores são mais modestos, mas também variam entre os países. No Brasil, o presidente recebe R$ 46.366,19 brutos por mês em 2025, o que equivale a cerca de US$ 8.600 na cotação atual. Na Argentina, o salário do presidente Javier Milei fica entre US$ 6.000 e US$ 7.000 mensais. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, recebe cerca de US$ 7.800 por mês, dentro da política de austeridade fiscal adotada pelo país.
Entre os casos que mais chamam atenção está o da China. O presidente Xi Jinping recebe aproximadamente US$ 1.800 mensais, apesar de liderar a segunda maior economia do planeta. Já nos Estados Unidos, o salário presidencial é fixado em lei e gira em torno de US$ 33.333 por mês.
Além da remuneração direta, chefes de Estado contam com benefícios institucionais, como residências oficiais, transporte, segurança e equipes de assessoria. Esses recursos complementam o exercício do cargo e representam parte relevante do custo administrativo dos governos.
Fonte: The News

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