sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

PRIMEIRAS AÇÕES DA NOVA ADMINISTRAÇÃO EM CEARÁ-MIRIM


APÓS TER RECEBIDO CEARÁ-MIRIM REPLETA DE LIXO, A NOVA GESTÃO INICIA MUTIRÃO DE LIMPEZA NAS PRAIAS

O novo prefeito de Ceará-Mirim, Júlio César (PSD), empossado na última segunda-feira (23), colocou sua equipe no primeiro dia útil de trabalho para iniciar um mutirão ao combater o expressivo lixo nas praias do litoral norte que pertencem ao município. O prefeito interino, vereador Ronaldo Venâncio, que voltou para Câmara Municipal, deixou a cidade repleta de lixo, um dos problemas já apontados pela equipe de transição da nova gestão. Alguns dos problemas prometem ser revelados com mais detalhes nos próximos dias, com um amplo relatório para mostrar como se encontra a cidade e apontar os desafios.

Mesmo o funcionalismo tendo ponto facultativo na terça-feira (31), o prefeito Júlio César esteve na sede da prefeitura, no Palácio Antunes, com auxiliares, populares e já determinou algumas medidas emergenciais, entre elas restabelecer a limpeza urbana. Foram atendidas as praias de Jacumã, Muriú e Porto Mirim, uma região turística de expressivo fluxo neste período, com ampla coleta na localidade.
Um diagnóstico da atual situação econômica está sendo elaborado e nos próximos dias será revelado, divulgando para população como se encontra economicamente a Prefeitura de Ceará-Mirim. O ex-prefeito interino, Ronaldo Venâncio, antes de deixar o comando do executivo sancionou proposta para aumento de servidores para a nova gestão assumir a responsabilidade, gerando assim aumento das despesas municipais para o futuro gestor.

Quando esteve prefeito interino, Venâncio foi notificado por uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) do Ministério Público Eleitoral, da promotoria da 6ª zona eleitoral, para apurar legalidade de número excessivo de cargos comissionados nomeados às vésperas da eleição suplementar e de concessão de funções gratificadas, no período de 13 de setembro de 2019 a 19 de novembro de 2019, ao todo foram 519 cargos comissionados implantados perto da votação para o executivo. Caso seja condenado, Ronaldo pode ficar inelegível por oito anos.


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